Departamentos, cargos, hierarquia, o sistema de esquadrões e as 5 etapas de crescimento — pela ótica da BST.INC (holding CIS de influência em verticais financeiras: forex, opções binárias, cripto).
É o sistema de distribuição de papéis, autoridade, responsabilidade, motivação e produto de cada funcionário. Uma estrutura eficiente une departamentos e processos num modelo único — é a base de escalabilidade, transparência e governança, e mexe direto na lucratividade: permite executar processos com menos gente, mais rápido e mais barato, além de cortar custo ou escalar um segmento com flexibilidade.
Uma estrutura fraca faz o oposto: arrasta custos imprevisíveis, dificulta integração, gera "fome de quadros" crônica, torna funcionários insubstituíveis e confunde o que escalar.
No topo está o CEO (gestor estratégico, horizonte de 6+ meses), com sua equipe de diretores de direção: o SOO de Influência (diretor operacional da direção), o CBDO (chefe de Affiliate/biz-dev e analítica), o HRD (diretor de RH, acima de HRBPs, recrutadores e sourcers) e o CTO / Head of Development. Na equipe dos acionistas, separados do CEO por segurança, ficam o diretor financeiro e o jurídico. A palestra foca na direção do SOO de Influência, cujo produto é desenvolver a direção de forma eficiente cumprindo os planos do CEO — ele contrata (via HR) e cobra os gestores táticos (os Heads).
O Head of Production é crescido de roteirista (precisa entender de funis). Abaixo dele: o diretor criativo (sênior roteirista que desenha funis e planos de conteúdo) e o ROK (diretor executivo — operacional), que garante que atores, SMM, streamers e montadores publiquem na hora certa. O roteirista faz research de mercado, a maquete do funil, o plano de conteúdo do MVP e a otimização; ator e SMM têm produto de entrega no prazo, qualidade e formatação corretas.
O Head of Sales responde pelo desenvolvimento estratégico, contratação e onboarding de ROPs e scriptólogos. O ROP (gestor operacional) comanda um departamento de vendas por vertical (7–12 pessoas, até 20 com assistente), focado em fazer os subordinados fecharem leads no prazo. Sob ele:
O scriptólogo otimiza scripts continuamente e é colega do ROP (reporta ao Head of Sales) — recebe tarefas extras via ROP. É um cargo raro, quase sempre crescido internamente a partir de assistentes de ROP vindos da retenção.
O Head de Media-buying entrega um buying organizado que dá volume e crescimento de profit dentro do ROI e da qualidade de tráfego exigidos. Sua motivação é atrelada ao volume de profit do plano, com coeficientes qualificadores (positivos = prêmio, negativos = corte) ligados a ROI e qualidade. Abaixo dele, os compradores por grade (júnior → middle → sênior), organizados em esquadrões. O produto do comprador é volume de profit, progredindo por grade.
Equipes flat lideradas por sêniores: cada sênior tem até 3–4 "middles", e cada middle, 1–2 juniors. Surgiu da experiência com Google, onde ~70% do profit vinha de poucas pessoas: passaram a dar ao sênior motivação por cada comprador "designado" (não subordinado — aconselhado e treinado), com chats e planners comuns.
Os departamentos de infraestrutura (cashgen — geram caixa) crescem de forma autônoma, com heads próprios, independentes de qualquer projeto. Os projetos (funis) são times tocados por um Project Manager — um consultor com experiência no GEO/produto que une roteirista, scriptólogo, ROP, esquadrão de buying e ROK numa só direção (muitas vezes nem fala com os sales diretamente). Cada projeto tem 2 fases: planejamento (roadmap e P&L definidos com SOO, Heads, HRBP, recrutador e biz-dev) e realização (MVP, com o PM acompanhando os checkpoints). Assim dá pra testar PMs e funis rápido sem reconstruir departamentos.
Na ordem em que travam o crescimento: (1) ausência de departamento de HR (não só recrutamento) — sem estágio/adaptação não há analítica nem acesso a talentos adjacentes; (2) ausência de sistema de gestão; (3) ausência de biz-dev, que define o potencial teórico de escala.