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💹 VERTICAIS FINANCEIRAS 2025

Funis de influência em verticais financeiras (2025)

Palestra de abertura da 2ª conferência de tráfego de influência do holding (apelido do evento: "MEAT" / "Carne"). O manual de como montar um funil de influência que retém e converte na vertical financeira — trading, opções e cripto — rodada com influenciador nativo, não com esquema.

⏱️ ~42min🗓️ 2025🖼️ 25 slides🎤 conferência "MEAT"sem tarefa
🎯 Ensinamentos-chave

O essencial em 9 pontosA leitura rápida. O detalhamento de cada bloco vem logo abaixo, em "Conteúdo completo".

Vertical financeira é trading, não gambling. Approaches de esquema não funcionam: o produto é mais difícil de entender que um Aviator, e o lead precisa ser educado. Se ele perde duas-três vezes seguindo sinais sem entender a plataforma, simplesmente sai. Quem trata como cassino quebra.
Menos de 10% das equipes sobrevivem 1 ano na vertical — não por falta de tráfego, mas por funis fracos, produção fraca e falta de sistematização. Os funis não seguram o lead o tempo necessário.
Vale a pena porque está em tendência (cripto puxa o interesse por trading), tem menos concorrência que a oferta crescente, ticket médio do lead mais alto e espaço enorme pra criar engajamento, retenção e domonetização.
Três pilares sustentam tudo: funis, ecossistema e feed. Funil híbrido (educacional + sinais) é o padrão deles; o ecossistema multiplica pontos de contato pra subir o retention; e o feed do canal é tratado como um landing com profundidade de leitura.
O funil educacional é a base. Cadastro, depósito e re-depósitos acontecem nativamente, costurados dentro das aulas. O lead não "ganha algo se depositar" — ele segue o curso degrau por degrau e funciona até em revshare, porque aprende a interface.
Reviews + landing pro atendente (não pro produto) é o que mais acelera a conversão: concentra num só lugar os blocos que convertem e corta o tempo de leitura de 5-7 min pra 2.
Streams são retention, não aquisição. Na vertical financeira não captam tráfego — estimulam a base que já está no canal. Sempre com sorteio, curtos, em formato de desafio de trading com tempo limitado. Geram picos de depósito 1-2×/semana.
Lifestyle tem que ser sonhável, não inalcançável. Mostre o ponto C do lead — um degrau acima dele — não a Lamborghini que ele nem imagina. Se o review é o ponto B, o influenciador é o ponto C. E domonetização (fazer o lead pagar você) sobe o LTV.
Automação é a jogada de margem pra 2025. O leilão está esquentando: pra crescer em volume é preciso comprar tráfego mais caro, e pra isso é preciso reserva de rentabilidade — logo, otimizar custos e enxugar folha. E a direção do mercado é cripto-trading prevalecendo sobre opções.
📖 Conteúdo completo

O detalhamento, bloco a bloco

1Por que vertical financeira (e por que é difícil)

A favor: está em tendência — a cripto puxa o interesse por trading; tem muitos approaches (abordagens) pra públicos diferentes; tem menos concorrência que a oferta crescente (nascem muito mais produtos novos do que webmasters (afiliados/media-buyers) bons); o ticket médio do lead (contato/cliente potencial) é mais alto; e há espaço enorme pra criar conteúdo, engajamento, retenção e domonetização.

Contra: approaches de esquema não funcionam; os anunciantes são mais exigentes com a qualidade do tráfego; e o produto é mais difícil de o lead entender — uma plataforma de trading é mais complexa que um Aviator. O lead precisa ser educado: se perde duas-três vezes seguindo sinais sem entender a plataforma, ele simplesmente sai.

O número que assusta: das equipes que migram pra vertical financeira, menos de 10% continuam depois de um ano. A causa é quase sempre a mesma — funis fracos, produção fraca, falta de sistematização. Os funis não seguram o lead o tempo necessário.

2Os 3 pilares

O manual se apoia em três pilares: funis (a arquitetura por onde o lead caminha), ecossistema (os pontos de contato que multiplicam o retention) e feed (o canal tratado como um landing).

Ecossistema: multiplicar os pontos de contato com a audiência pra subir o retention — canal principal de Telegram, canais VIP/Premium/Members, YouTube, bots com funil de push (notificação) único, plataformas LMS (de cursos) e Instagram pra interagir com quem já chegou. O princípio central é a segmentação da audiência por canal: conteúdo diferente pra lead novo, VIP (cadastrou) e Premium (depositou acima de X).

Feed: o feed do canal é um landing (página de captura) — cada bloco (reviews, lifestyle, estratégias) tem seu próprio CR (conversion rate, taxa de conversão). O que importa não é o saldo de inscrições/desinscrições, é o engajamento → profundidade de leitura. Técnicas: feed como série (no fim de cada post, anuncie o próximo e referencie o anterior); hiperlinks em CTAs (chamadas para ação) bem formulados, levando aos blocos que mais convertem; mensagens fixadas com informação e links certos; e canais temáticos (só reviews, só estratégias, só "metas batidas") que concentram um instrumento de conversão num lugar só e sobem a confiança.

3Os 4 tipos de funil

  • Educacional — o produto principal é a educação (grátis ou paga). Cadastro, depósito e re-depósitos acontecem nativamente, embutidos nas aulas. O lead não "ganha algo se depositar" — segue o curso degrau por degrau, e as ações-alvo estão costuradas dentro. É a base (boa até em revshare, porque o lead aprende a interface).
  • De sinais — mais parecida com gambling, sem enganar o lead direto. Educação curta → o lead cai num ambiente de sinais e deposita seguindo-os. Problema: depois de 2-4 depósitos sem entender gráfico/interface, boa parte abandona, e é difícil recuperar.
  • Híbrida — educacional + sinais, com os sinais como subproduto do funil educacional. É a que mais usam.
  • Nativa — depósitos num ambiente mais livre, via bônus e conteúdo do anunciante. Menos eficiente e controlável; aplicável a canais feitos sob um blogueiro específico.

4O arsenal de conteúdo

Reviews: (a) com a jornada do lead — print/vídeo do caminho dele da 1ª mensagem até depositar, com as objeções e como foram tratadas; (b) contra objeções ("não tenho dinheiro", "não confio"); (c) na emoção (medo → alegria); (d) criando hype/escassez ("resta uma vaga, o primeiro entra").

Landings: levam ao atendente, não ao produto. Concentram num só lugar todos os blocos que convertem (reviews, lenda do influenciador, tarifação). O feed leva 5-7 min pra ler; o landing entrega o mesmo em 2 min — útil quando entra muito tráfego e muita gente desiste no meio.

Streams: na vertical financeira não servem pra captar tráfego — servem pra estimular a base que já está no canal/YouTube. Sempre com sorteio, curtos (30 min a 1 h), em formato de desafio de sessão de trading com tempo limitado. Geram picos de apostas, depósitos e re-depósitos; 1-2×/semana. Instrumento de retention, não de aquisição.

Plataforma (curso, "1M$"): assimilador extra de audiência + coleta de contatos pra push. Hospede as aulas como auto-webinar com comentários (positivos) e oferta limitada ("essa aula só passa nesse horário") → sobe o retention e a conversão pro 3º-7º depósito.

Push: sistema "recebeu / ganhou / perdeu", herdado de apps. Títulos em CAPS, CTAs em formato ímã (ação + benefício, não só ação), horário certo, segmentado por estágio (depositou? quantos re-deps?) e personalizado.

TG apps / webapps: instrumento de retention concentrado; coleta base de números/e-mails; pode hospedar material educativo, simuladores ou copytrading quando for difícil ligar com outra plataforma. YouTube: assimilador extra + servidor de material educativo + fonte de tráfego — quase todos os projetos rodam funil Telegram + YouTube como complemento, e isso sobe muito a qualidade mesmo onde o YouTube não é a fonte de tráfego.

Lifestyle que vende: tem que ser transmissível/identificável pro lead. Não faça conteúdo super-rico difícil de imaginar (Lamborghini na Índia) — mostre o que a audiência realmente sonha, um pouco acima da média dela. Se o review é o ponto B do lead, o influenciador é o ponto C. Rubricas que funcionam: unboxings, metas batidas / escada de compras, viagens (locais, restaurantes). Conteúdo que envolve, não que enche linguiça.

Nativeness & domonetização: cadastro/depósito acontecem nativamente via stop-lessons (pra passar pra próxima aula, cumpra a tarefa — que inclui um depósito), o que mantém o lead mais tempo no funil sem se decepcionar. E a domonetização (produtos com monetização interna, fazer o lead pagar você) sobe o LTV: quem paga você converte melhor do que quem só paga a plataforma.

5Tendências 2025

  • Crescimento do content-marketing e complexificação dos funis.
  • Automação. O leilão está superaquecendo e vai esquentar mais; pra crescer em volume é preciso comprar tráfego um pouco mais caro, e pra isso é preciso reserva de rentabilidade — logo, otimizar custos, automatizar processos e enxugar a folha (tirar "mãos" que ocupam lugar sem entregar valor crítico).
  • Crescimento da variedade de tipos de oferta dos anunciantes.
  • Cripto-trading prevalecendo sobre opções — anunciantes de opções estão lançando seus próprios satélites de plataforma cripto. As opções não somem, mas o peso migra.
📖 SIGLAS
leadcontato / cliente potencial FD / RDprimeiro depósito / depósito repetido CRconversion rate (taxa de conversão) CTAchamada para ação ROIretorno sobre o investimento LTVvalor do cliente ao longo do tempo GEOpaís / região de tráfego revsharedivisão de receita com o anunciante landingpágina de captura pushnotificação enviada ao lead streamtransmissão ao vivo LMSplataforma de cursos (learning management system) webmasterafiliado / media-buyer domonetizaçãomonetização interna extra (fazer o lead pagar você)
🖼️ Slides da apresentação

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