CLW.4 · Gestão de Equipe (Mercado CIS)

Aula 4 — RH / Estrutura Organizacional

Transcrição completa, traduzida e editada para o português · como montar o departamento de RH em cada treinamento inicial da empresa, os 5 cargos e o roadmap por tamanho de time

🎓 Curso de gestão CIS ⏱️ Aula 4 de 27 🗣️ Voz do instrutor (1ª pessoa) 📝 Com tarefa

1Do que trata esta aula

Já falamos do que é RH. Agora vamos falar de como montar o departamento de RH em si — e o roadmap pra construir isso em cada fase da empresa.

Olá a todos! Hoje vamos falar sobre a estrutura organizacional especificamente do seu departamento de RH. Nós já falamos sobre RH, sobre recrutamento, sobre a contratação de posições específicas, e sobre como o RH interage com diferentes processos e departamentos — ajuda a montar academias corporativas, fechar posições difíceis, formar reservas de quadros, criar regulamentos, gerenciar a motivação da empresa, e assim por diante.

Hoje vamos ampliar e aprofundar esse módulo, falando concretamente sobre o departamento de RH. Porque, além dos processos que esse departamento cobre, existem certas teses específicas dele, e existe um roadmap de como construir esse departamento corretamente nas diferentes etapas de desenvolvimento da empresa, pra que ele feche com eficiência as tarefas e os processos que você coloca diante dele. Porque ouvir o que é RH é ótimo — mas criar um departamento de RH é outra coisa completamente diferente.

📝 A partir desta aula passam a existir tarefas de casa. O instrutor pede pra você anotar seus insights ao longo do vídeo e deixá-los no fim. O ideal: ao terminar, ter clareza total de como montar a estrutura do RH agora, quem você precisa e quem não precisa — e fazer uma pequena auditoria do seu próprio RH (talvez as pessoas erradas estejam na equipe, ou talvez você simplesmente não tenha esse departamento ainda). O gabarito da tarefa (5 insights) está no arquivo TAREFA-5-insights.md do pacote.
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2O produto do cargo

Cada gestor deve pensar em termos do produto do seu cargo: o resultado pelo qual a empresa paga.

Vamos começar pelo que é o produto do cargo. Como falamos em aulas anteriores, todo gestor deve raciocinar em termos do produto do seu cargo. O que é isso? É o resultado específico pelo qual você, como dono da empresa, paga àquele funcionário ou gestor.

Por exemplo, no departamento de vendas: o produto de um sales manager é um plano fechado em determinado prazo com certos KPIs — soma do primeiro depósito, etc. O produto de um buyer já é outra coisa: num buying mais clássico, é o profit — um volume de profit com dinâmica progressiva mês a mês, considerando certa recuperação (payback) e qualidade. São recortes; é por esse resultado que você paga ao funcionário.

Muitas empresas não entendem bem o que é o produto do cargo do RH. Quando eu pergunto pras pessoas, especialmente no nosso mercado, "o que é RH pra você?", muitos respondem: "ah, ele contrata funcionários" — confundindo com recrutador. Outros dizem coisas como "RH é pra não ter conflitos, pra ter uma integração mais suave no time". Mas eu recomendo que você olhe pra todos os departamentos, incluindo o RH, como departamentos que te trazem lucro. Na prática, é um investimento com determinado retorno.

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3RH = dinheiro (não conforto)

Há um slide simples: RH = dinheiro. A posição de RH e recrutador é um dos principais departamentos geradores de caixa.

Quero dizer logo: o RH deve raciocinar em categorias de dinheiro, e você deve exigir isso dele. A tarefa de qualquer departamento — vendas, buying, tech, influence, SEO, o que for — é trazer lucro pra empresa. Parece óbvio, mas pra muitos não é.

Não é conforto da equipe. Não é chazinho com biscoito. A tarefa do RH é tornar o lucro do dono da empresa maior. Ponto. Não conforto — lucro.

Tudo aquilo (sistema de relações, clima, integração) pode existir — mas só se tiver ligação lógica e afiliada com o lucro. A pergunta é sempre: como isso vai influenciar nosso lucro? Um RH que pensa só em categorias humanas — "vim pra empresa pra fazer a vida das pessoas melhor e mais brilhante" — não é o RH certo.

Como ele gera esse lucro? Contratando as pessoas certas, construindo rebrand, criando academias internas, treinamentos iniciais, sistemas de adaptação e de retenção, escrevendo regulamentos — e com isso reduzindo a carga sobre os heads, liberando-os pra gestão operacional, e enxergando a tempo quem precisa ser contratado, promovido ou substituído. E na cabeça do próprio RH: "vim aqui pra trazer lucro pra empresa". Ponto. A posição de RH e recrutador é um dos principais departamentos formadores de caixa da sua empresa, especialmente no nosso mercado.

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4O produto do RH

Funcionários na área certa, que fecham os planos da empresa com eficiência, no volume relevante pro crescimento planejado.

Vamos então enunciar o produto do cargo de RH, e talvez fique bem próximo pra você:

O produto do RH são funcionários na área certa (no lugar certo, em bom português) que fecham com eficiência os planos da empresa, no volume relevante pro crescimento planejado.

As palavras-chave: funcionários contratados, que estão no lugar certo (o RH participa de criar e formar a estrutura organizacional), num processo de contratação eficiente e produtivo — graças a academias corporativas, filtragem, testes, período de adaptação eficaz, treinamentos iniciais — corretamente contratados, dentro de uma estrutura organizacional com regulamentos, com uma boa infraestrutura interna de comunicação pra que esses funcionários se desenvolvam e fechem os planos com eficiência.

Ou seja: o RH precisa estar bem ciente do que você quer fazer, qual a sua visão, quais os seus planos — e selecionar funcionários no volume relevante pra esses planos. Ele é responsável por escolher as pessoas certas pras metas atuais da empresa e posicioná-las corretamente. Pode iterar o time, comprar cursos, trazer advisors, iniciar mudanças — o que for preciso pra que os planos atuais sejam cumpridos no volume certo. E se as metas mudam daqui a dois meses, ele volta à origem: re-contrata, itera, remaneja, otimiza o time atual pra cumprir o novo plano no volume certo.

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5O funcional do RH (o que um bom RH faz)

Quem é o RH e qual o funcional dele — a lista completa do que um RH bom e correto deve fazer.

Vamos quebrar em funções. Quem é o RH, qual o funcional dele:

  1. Entrevista e contratação de funcionários (sem precisar de explicação).
  2. Fixar as metas e a visão da empresa. Pra contratar no status certo, posicionar certo, estagiar certo — ele precisa entender quais são as metas de desenvolvimento, qual estrutura organizacional sustenta esse profit/volume, quais posições são necessárias, que tipo de gente deve ocupar cada posição. Tudo parte de o RH entender e decompor as metas e a visão em estrutura organizacional, estrutura de regulamentos e infraestrutura interna de comunicação.
  3. Criação do plano de RH (quem contratamos) — e a respectiva entrevista e contratação.
  4. Desenvolvimento do sistema de motivação. Junto com o gestor e o diretor financeiro, define como os funcionários serão motivados.
  5. Criação das instruções de cargo. Descrever claramente o avatar da pessoa, o que ela deve fazer, o algoritmo de trabalho, o produto dela e a tecnologia de execução desse produto.
  6. Onboardings / treinamentos iniciais. Cria as academias corporativas e os onboardings, participa deles e os conduz.
  7. Formar a reserva de quadros. Funcionários saem, é preciso saber substituir; e como vamos escalar, é preciso ter banco de talentos pronto.
  8. Escrever regulamentos (processos descritos corretamente).
  9. Trabalho sobre a marca empregadora. O PR leva a informação às pessoas, mas a informação certa sobre o time precisa ser criada — e quem cria a marca empregadora é o RH em primeiro lugar (com regulamentos, processos bem descritos, a tecnologia de trabalho documentada).
  10. Ser o principal analista. Olhar os pontos fracos da empresa. Não analisar a conta de Facebook, mas perceber: tal funcionário não está dando conta; em times grandes o gestor pode não ver um problema de clima ou de desqualificação; dá o sinal de alerta pra alta gestão. Pesquisas/testes anônimos, problemas de iterações, de contratação (contratou os errados, precisa demitir e re-contratar; ou ao contrário, alguém precisa de promoção urgente). Ele é a face de segunda validação, a face-indicador dos processos nos departamentos, inclusive das relações pessoais.
  11. Pesquisas (research). Quando dá um resultado de sucesso ou um fracasso duro (abriram uma direção, investiram um ano, não deu — por quê? Ou deu incrivelmente certo — por quê?), o RH participa do research de como aquilo aconteceu, especialmente se você não tem um departamento dedicado a isso.
  12. Manutenção do clima nos departamentos: resolução de conflitos, manutenção do espírito de equipe, tudo o que toca a cultura corporativa.
  13. Melhorar a qualidade da interação dentro dos departamentos e entre departamentos.

Ao ouvir tudo isso, pode surgir um ceticismo real — e é justo. Porque, claro, nem todo RH do mercado consegue entregar tudo isso. Mas é justamente por isso que existe uma estrutura organizacional dentro do próprio RH.

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6A estrutura do departamento: os 5 cargos

Cinco posições principais, sem contar grades. De baixo pra cima: Sourcer → Recruiter → HR → HRBP → HRD/HR Generalist.

Passamos ao próximo slide: a estrutura organizacional do departamento de RH. Você vê diante de si cinco posições principais (sem contar grades). De baixo pra cima:

  1. Sourcero "caçador" técnico: busca e garimpa candidatos (publica vagas, analisa CVs, monta base). Não entrevista.
  2. Recruiter (recrutador) — a linha de frente: entrevista e contrata os cargos de base. É um "HR júnior".
  3. HRconduz onboardings e integração, forma cultura. Mantém os processos (não os cria).
  4. HRBP (HR Business Partner) — o HR sênior: cria e projeta os processos (regulamentos, motivação) e contrata tops/C-level.
  5. HRD / HR Generalist (HR Director) — C-level: desenha a arquitetura inteira do RH (estrutura, academia, comunicação).
⚠️ Atenção aos nomes: aqui "HR" (o 3º nível) é um cargo específico — o generalista que conduz onboardings e integração —, e HRBP e HRD são os títulos internacionais que crescem a partir dele (HR Business Partner e HR Director). Não confunda o cargo "HR" com RH, que é a área/departamento como um todo. Mantemos os cargos no nome internacional porque "HRBP"/"HRD" são títulos de mercado.

Qual a diferença principal entre eles? Vamos passar rápido por cada um.

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7Sourcer e Recruiter

A base da pirâmide: o assistente técnico de busca e o "HR júnior" que contrata a linha de frente.

SOURCER · assistente técnico

O Sourcer é quem se especializa na busca de funcionários: publicar vagas, analisar currículos, montar base. A tarefa dele é puxar de diferentes sources — bombar seu LinkedIn, achar novas fontes —, coletar leads de entrada (de fontes quentes) ou fazer disparos em fontes frias e juntar currículos, publicar vagas. É um assistente técnico.

RECRUITER · linha de frente

O Recruiter é o funcionário cujos poderes terminam na contratação e entrevista de outros funcionários. Em geral não é C-level — recrutadores contratam a linha de frente: buying inteiro, às vezes até team leads, designers, sales managers, atores, quem for, dependendo do seu time.

Na prática é um HR júnior. Eu não separo muito recrutadores por posições — antes eu separava, hoje acho que não existe "júnior recrutador". Pode haver júnior, mid; sênior já não é recrutador, já é HR (o cargo). A tarefa do recrutador é contratação eficiente, entrevista, seleção, publicação de vagas — e pode acumular a função de sourcer (busca + entrevista + seleção) pra primeira linha e pra gestão operacional.

Recrutadores geralmente não servem pra contratar sales, por exemplo — porque costumam não estar profundamente integrados aos planos e à visão da sua empresa, não têm experiência/qualificação suficiente, e faltam competências de RH pra avaliar componentes de management e soft skills. Por isso, recrutadores = linha de frente.

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8HR, HRBP e HRD/HR Generalist

O topo da pirâmide: quem integra, quem projeta os processos, e quem desenha a arquitetura inteira.

HR · integra e contrata

O HR é um "pró-recrutador" que já pode conduzir onboardings, fazer integração de funcionários, formar cultura corporativa, ser a face da analytics, entrevistar inclusive C-level. É alguém que já integrou seus planos e visão. Mas a diferença principal dele pro HRBP é que o HR mantém os processos de RH (integração, adaptação etc.) — ele não os cria nem os projeta.

HRBP · sênior que projeta

O HRBP é o HR sênior: um recrutador experiente que já domina o processo de RH. Sabe coletar informação, estruturá-la, decidir o que entra e o que não entra. Pode desenvolver regulamentos, criar seu sistema de motivação. Participa operacionalmente da contratação — pode não contratar a linha, mas contrata tops, C-level, gestores, participa de seleções na mão, e cuida do desenvolvimento de academias. Em resumo: HRBP é o mesmo HR, só que muito experiente, que já cria e projeta os processos.

⚠️ HRBP experiente no nosso nicho é caro e difícil de achar — são pessoas midiáticas, estão nos times de topo.

HRD / HR GENERALIST · C-level, arquitetura

O HR Generalist / HRD já é C-level, o Head numa empresa grande. Faz na prática o mesmo que o HRBP, mas sua tarefa é a criação da estrutura organizacional e da arquitetura de RH da empresa: arquitetura da academia interna, de capacitação, de comunicação. É um "backend developer" profundo e gestor C-level ao mesmo tempo.

Em geral não contrata funcionários na mão — pode contratar o próprio departamento dele, pode contratar C-level (um SEO, um COO). Mas, na maioria, HRD e HR Generalist não participam da contratação direta.

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9Roadmap: quem você precisa por tamanho de empresa

Você ouviu tudo isso — a pergunta é: quem VOCÊ precisa? Depende da etapa.

5–15 pessoas: contrate na mão, ou pegue um recrutador. O recrutador serve pra atender um time até 50–70 pessoas. Pra que os onboardings não fiquem 100% nas mãos dos gestores, sempre dá pra começar com um recrutador.
10–30 pessoas: faz sentido contratar primeiro um recrutador ou, melhor, um HR (um recrutador sênior que já conduz onboardings). Pode ser só um. E você pode dar pra ele consultorias ou o nosso produto pra que ele evolua até um HRBP.
20–30 pessoas: um HR / um pró-recrutador (que você vai treinar até virar HRBP) já basta. Sourcers etc. não são necessários ainda.
50–100 (até 120) pessoas, escalando rápido: aí já fica mais fácil contratar um HRBP e pagar mais caro por ele. Stack recomendado: 1 HRBP + 1–2 HR + 2–3 recrutadores (+ opcionalmente 1–2 sourcers). O HRBP e o HR cuidam dos onboardings (formação e condução); os recrutadores fazem as entrevistas — e depois você promove um deles a HR e contrata outro recrutador. 3 recrutadores + 1 HRBP + 2 HR é um stack ótimo, e com 1–2 sourcers fica excelente.

Quando ligar o Sourcer

O sourcer é uma posição opcional. Você liga quando não tem recrutadores suficientes, ou quando tem 100–200 pessoas, ou simplesmente quando o plano de RH é grande e você precisa de muita gente rápido (ex.: está fazendo uma reforma do sistema de onboarding, o HR e o par de recrutadores estão sobrecarregados) — aí pluga um sourcer como assistente. Se não há essa tarefa, ele não é necessário. O núcleo é: recrutadores + HRBP; o HRBP e o HR são quem cuida do onboarding.

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10Quando contratar um HRD

Só faz sentido com mais de 200–300 pessoas, OU com processos muito diversos/fragmentados.

Na minha visão, faz sentido contratar um HRD só quando:

Nesses casos, você pega quem vai montar a estrutura. Por exemplo: um HRBP pra Buying Google/FB, outro HRBP pra influence, um terceiro pra prili ou outros projetos — e sob cada um, HR e recrutadores especializados + sourcers. O HRD é contratado quando você precisa erguer uma grande estrutura organizacional (planos de recrutamento enormes), ou quando há muitas direções diferentes com seus próprios departamentos. Aí o RH também precisa ser igualmente ramificado, pra criar e sustentar essa estrutura + onboarding + academias internas + cultura corporativa, especialmente individualizada por marcas. Nesse caso, sim: vale um C-level separado, um departamento grande.

💡 Importante: o que você viu é o que você precisa desenvolver nos seus RHs e recrutadores. Se o seu top RH faz só recrutamento, antes de tudo o problema é seu — você contratou essa pessoa com essas instruções de cargo. Quando fazemos consultorias, alguns times ficam num pequeno choque: "onde acho um RH assim?" E o primeiro passo é justamente sentar com o RH atual e mapear: que processos da lista acima fazemos? O que temos? O que falta? E como tudo isso influencia o dinheiro no nosso caso? A partir disso formamos as metas, o pool do que o RH deve saber e fazer — e decidimos se treinamos o departamento ou capacitamos do zero.
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11Faixas salariais

Referências de remuneração por cargo (em dólares), dependendo do time e da estrutura.

Muito obrigado por assistir. Espero que tenha sido relevante pra você. Até a próxima!
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📺 Anexo — Texto exato dos slides (tela do vídeo)

Transcrição fiel do que aparece escrito na tela, traduzida pro português, em ordem cronológica. É a fonte autoritativa usada pra conferir o conteúdo acima. (5 slides únicos no vídeo.)

Slide 1

RH. Estrutura organizacional do departamento

Slide 2 — Produto do cargo

O produto do RH são funcionários que estão na área certa, fecham com eficiência os planos da empresa, no volume relevante pro crescimento.

Slide 3

RH = $

Slide 4 — Funcional do RH
  • Entrevista e contratação de funcionários
  • Fixação das metas e da visão da empresa
  • Criação do plano de RH
  • Desenvolvimento de sistemas de motivação
  • Criação de instruções de cargo
  • Criação de academias corporativas
  • Formação da reserva de quadros
  • Escrita de regulamentos
  • Analytics
  • Ser a face-indicador
  • Trabalho sobre a marca empregadora
  • Manutenção do clima nos departamentos
  • Melhoria da qualidade de interação nos departamentos
Slide 5 — Departamento de RH (de cima pra baixo, como no slide)
  • HR-D (HRD / HR Director)
  • HR-BP (HRBP)
  • HR
  • Recruiter (Recrutador)
  • Sourcer
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