CLW.4 · Gestão de Equipe (Mercado CIS)

Aula 6 — Recrutamento: o funil de contratação, aprofundado

Transcrição completa, traduzida e editada para o português · as etapas do funil de recrutamento, os 3 arquivos de toda posição (Ficha do Cargo, avatar e job offer), e as técnicas de entrevista — fecha o ciclo de RH e Recrutamento

🎓 Curso de gestão CIS ⏱️ Aula 6 de 27 🗣️ Voz do instrutor (1ª pessoa) 📝 TEM tarefa (4 exercícios)

1Do que trata esta aula (checkpoint)

Hoje aprofundamos o recrutamento — o funil de contratação parte por parte. E essa aula é também o fim do grande ciclo de RH e Recrutamento.

Olá a todos! Hoje começamos uma aula nova dedicada ao recrutamento — mais especificamente vamos falar do funil de contratação de forma mais aprofundada do que antes. Esta aula fecha um grande ciclo sobre RH e recrutamento; daqui pra frente vamos falar de forma já aprofundada sobre academias, sistemas de motivação e outras funções de RH.

Só que, justamente depois desta aula — deste checkpoint — vocês serão obrigados a passar por alguns exercícios práticos e depois entregá-los pra gente. Só então vocês recebem acesso ao próximo grande módulo, e também ao curso-bônus de assistência (assistenting).

Por que fizemos isso? Pra potencializar o resultado do aprendizado de vocês mesmos. A gente quer que nossos alunos tirem o máximo efeito e resultado, por isso estamos adicionando exercícios práticos que vocês vão entregar nos nossos práticums (workshops). Bora.

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2O que é um funil de recrutamento

É o funil pelo qual passa todo candidato, do primeiro contato até a entrevista final e a entrada no período de teste.

Quero que vocês gravem o que é um funil de recrutamento: é o funil pelo qual passa cada candidato, desde o retorno/candidatura até a entrevista final e a entrada no período de teste. Mais corretamente, dá pra chamar isso de funil de recrutamento primário — a primeira parte, a primeira seção do funil.

Depois vem o que a gente chama de funil de RH (mais corretamente, a segunda parte/seção do funil de recrutamento): com período de teste, treinamentos iniciais (trial inicial), academias, período de teste e por aí vai. Isso nós já detalhamos nas aulas anteriores.

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3As etapas do funil + os tempos de cada uma

Candidatura → demo-chamada → entrevista pessoal → tarefa de teste → entrevista final → treinamento inicial/período de teste. Cada passagem tem uma conversão própria.

Candidatura/retorno Demo-chamada (5–10 min) Entrevista pessoal (até 30 min) Tarefa de teste Entrevista final (30–60 min) Treinamento inicial / treino / período de teste

Candidatura

É o primeiro passo. Vem por e-mail, Telegram, sites de vaga. Você pode receber retornos quentes (currículos em resposta à sua vaga) ou você mesmo faz a prospecção: liga, ou responde a currículos anexando a sua vaga, e recebe um retorno — que conta como o primeiro treinamento inicial do funil.

Demo-chamada

Em posições variadas — de um sales manager a um RH, até um buyer — a gente recomenda fazer uma demo-chamada. De preferência por Telegram, Google Meet ou ligação; em casos excepcionais, por mensagem (por exemplo em posições de gestão). A tarefa aqui é fazer a filtragem primária: grosso modo, trash / não-trash, serve / não serve na hora, pra economizar o tempo que seus recrutadores gastariam em entrevistas pessoais.

📐 A conta que justifica a demo-chamada: se você selecionou 20 candidatos, ligar 10 min pra cada dá ~200 min (≈ 3–3,5h de trabalho). Já oferecer entrevista pessoal de 30 min pra cada dá ≥ 600 min (≥ 5h do tempo do recrutador). Por isso a gente filtra antes pela demo-chamada.

Entrevista pessoal

Até 30 min. A tarefa é checar o candidato nas características principais de qualquer funcionário da empresa — aquilo que a gente já falou: valores, hard skills e soft skills. Em ~30 min você analisa a experiência, as competências, os soft skills e o conjunto de valores da pessoa.

Tarefa de teste

Tarefas práticas, testes — pra pegar um corte dos hard skills da pessoa e ver se eles batem, ao menos de forma preliminar, com o que ela declarou.

Entrevista final

De 30 min a 1h, se a pessoa passou na tarefa de teste. Aqui ela recebe um possível job offer: a gente esclarece pontos de interesse, apresenta a empresa e a posição de forma mais profunda. Se a pessoa concorda — se a gente "vende" a vaga pra ela — ela passa pro treinamento inicial/treino/período de teste.

De cada etapa pra próxima existe uma conversão (de candidaturas pra demo-chamadas, de demo-chamadas pra entrevistas, e assim por diante). E claro: essa conversão varia por posição, pela carga que cada recrutador aguenta etc.

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4Os 3 arquivos que toda posição precisa

Antes de abrir o funil pra qualquer vaga, monte três arquivos: a ficha do cargo, o avatar da posição e o job offer.

Antes de começar a rodar o funil de recrutamento de qualquer posição, você precisa montar três arquivos:

  1. Ficha do cargo — o arquivo principal da posição (o arquivo-mestre do cargo). É o mais importante dos três.
  2. Avatar da posição — o perfil da pessoa ideal.
  3. Job offer — a apresentação/proposta única (o diferencial) da vaga e da empresa.

Vamos abrir cada um.

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5A ficha do cargo — o documento-mãe da posição

A ficha do cargo descreve a posição inteira pra você mesmo e responde à pergunta mais importante: qual é a missão dessa posição.

Na prática, a ficha do cargo é o arquivo mais importante: descreve pra você a posição por completo e responde à pergunta-chave — qual é a missão dessa posição. Ele tem os seguintes blocos:

1) Missão da posição

Em outras palavras: pra que você precisa dessa posição? Essa pergunta sempre parte de uma dor que você enfrentou.

Exemplo (um chefe de vendas = chefe do departamento de vendas, o chefe do departamento de vendas): "Precisamos de um chefe de vendas porque o volume de vendas cresceu, e o nosso Team Lead / Head da área já não consegue dar conta do controle operacional. A dor principal é a gestão operacional desse departamento, porque o número de funcionários aumentou e a gente quer escalar."

A dor é: caos, ausência de um gestor de perfil que desenvolva a área, vontade de escalar, e a consciência de que a falta de um gestor naquele departamento atrapalha você a escalar com qualidade.

A partir dessa dor você formula a missão: precisamos de alguém que desenvolva o departamento com qualidade (esse é o "produto" da posição), que faça gestão operacional, planejamento, e que crie a estrutura e o sistema que garantam o processamento no volume e na qualidade necessários. Precisamos de um gestor que assuma organização, planejamento, controle, escala e mentoria.

💡 Por que isso importa tanto: muitas vezes — sobretudo em posições de gestão — os produtos ficam misturados, mal definidos. Aí a motivação fica errada, as métricas-chave ficam erradas, e você acaba contratando alguém com uma dor específica que essa pessoa não resolve. Na hora de otimizar custos / cortar quadro, a primeira coisa a olhar é: a posição corresponde à missão? Essa dor ainda é relevante? E: o funcionário está fechando os pontos pra que a gente o contratou?

2) Métrica-chave da posição

É a métrica que, ao ser escalada e com os KPIs necessários cumpridos, faria sua imagem desejada (sua goal) se igualar à sua realidade atual. Há duas imagens: a desejada (onde você quer chegar) e a atual (a situação de hoje).

Exemplo no departamento de vendas — imagem desejada: um time que fecha certo volume de depósitos com certa qualidade, comunicação alinhada, sistema de controle/delegação/gestão/motivação, com ordem previsível. Realidade atual (por exemplo): muita rotatividade, caos, tempo de resposta ruim, janelas de tráfego não processado, retenção fraca, disciplina fraca.

Pro chefe de vendas, a métrica-chave pode ser uma ou duas conversões — por exemplo a conversão de FTD sobre mensagens processadas (primeiro depósito ÷ mensagens processadas) somada a FTD → RD (RD = depositante recorrente, pode trazer o componente de qualidade do depósito), ou até a soma numérica de depósitos no mês. Depende de você ter rev-share ou só CPA, e de qual qualidade de depósito você precisa.

3) Produto da posição

É o resultado final que fecha a missão da posição — uma derivada do cumprimento da métrica-chave, que pode ser entregue/transferido de alguma forma, e sobre o qual a motivação se baseia.

Pro chefe de vendas, se o produto é "um departamento organizado que processa o volume planejado de tráfego cumprindo os KPIs", então o artefato do produto (o que dá pra entregar) é a estatística de mensagens processadas por trimestre/quinzena/mês, mostrando o cumprimento ou a superação das métricas-chave e o volume de tráfego necessário processado com qualidade.

4) Funcional da posição

É tudo o que eu faço pra obter o produto e atingir as métricas: planejamento, planerki (reuniões) com o time, mentoria, controle (de relatórios, presença, engajamento, CRM, gráficos), delegação, definição de tarefas, motivação etc. O funcional completo.

5) Atribuições e obrigações

Atribuições: o que eu posso fazer sem aprovação. Ex.: o chefe de vendas pode, sem aprovar com ninguém, conduzir um briefing ou uma chamada individual com seu vendedor.
Obrigações: o que eu sou obrigado a fazer com aprovação. Ex.: mudar o sistema de motivação.

6) Motivação

Em que se baseia a motivação da posição. A motivação sempre parte das métricas-chave e do produto da posição.

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6Avatar da posição

Depois da ficha do cargo, você monta o avatar: 5 qualidades pessoais + 5 competências + 5 teses sobre a experiência.

Já entendemos pra que serve a posição e o que ela deve fazer. O avatar é um exercício simples, feito depois da ficha do cargo:

  1. 5 qualidades pessoais — como a pessoa deve ser pra cumprir esse ficha do cargo: determinada, criativa, sistemática etc.
  2. 5 competências — o que a pessoa deve saber fazer: ex. saber montar scripts, ter skill de planejamento na gestão, skill de adaptação, de mentorar um departamento de vendas etc.
  3. 5 teses sobre a experiência — essa pessoa precisa de experiência? Se sim, qual? Ex.: trabalhou em empresa onde o tráfego era processado por messenger; foi chefe de vendas por X tempo; geriu no mínimo X pessoas; talvez tenha vindo de um projeto de infoproduto/cripto/forex que se conecte mais ou menos à nossa temática.

Isso é o avatar.

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7Job offer — a proposta única da vaga e da empresa

O job offer descreve a proposta única (diferencial) da posição e da empresa. Recomendamos 20 pontos, de preferência em formato de apresentação. Fale em fatos, não em clichês.

O job offer, na prática, é a descrição da sua proposta única — o diferencial da posição concretamente e o diferencial da sua empresa. A gente recomenda ter 20 pontos, e fica ótimo se você fizer em formato de apresentação. Isso depende de um bom bizdev (ter ofertas, caps).

A regra de ouro: fale na língua dos fatos, não em clichês vazios:

❌ "Temos alto potencial de desenvolvimento" → ✅ "Temos um bizdev forte que dá acesso a produtos únicos, com taxas únicas e volume de cap único no mercado."
❌ "Temos um time legal e unido" → ✅ "Temos cultura corporativa: jogamos máfia online/offline X vezes por semana, pizza-party toda semana, os melhores funcionários viajam com os parceiros pra Turquia/Egito/Maldivas; 80% de quem entrou no nosso primeiro ano (e já temos 4 anos) continua com a gente."
❌ "Tem oportunidade de crescimento rápido" → ✅ "O ritmo médio de crescimento de um grade/posição é de X — ex.: em 3 meses a pessoa vai de middle a senior", e/ou "temos um roadmap pra cada posição, com points concretos que levam ao cargo de liderança."

Se a segurança da informação da empresa permitir, dá pra escrever a renda média de um buyer. A sua tarefa vai ser montar exatamente essa apresentação, com 20 pontos, pra gente analisar.

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8Lifehacks: trabalhar nos sites de vaga

Ao avaliar currículos nos sites, olhe a foto, filtre por palavras de "resultado", e avalie se a pessoa escreve em processos ou em produtos.

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9A demo-entrevista — roteiro e o que observar

Um roteiro curto pra demo-chamada + os quatro sinais que você precisa observar na pessoa.

Roteiro da demo-chamada

  1. Apresente-se rápido: quem é você, qual a empresa, alguns fatos por que ela é boa, alguns fatos sobre a vaga.
  2. Diga por que você ligou — porque a posição da pessoa bate com o seu plano de desenvolvimento ("estamos montando um novo departamento de vendas e precisamos de um gestor qualificado; selecionamos o seu perfil").
  3. Fale da motivação de forma curta: qual seria a posição, o produto, o funcional, e o pacote (salário acima do mercado, benefícios etc.).
  4. Pergunte se a vaga é relevante pra pessoa.
  5. Se sim, pergunte no que ela presta atenção ao escolher um empregador (pra você preparar o job offer certo depois).
  6. Pergunte quando ela poderia começar e o que do que você falou ressoou com ela — pra preparar a entrevista final e o job offer.

O que observar na demo-entrevista

1 · Atraso de comunicação

O tempo entre a sua pergunta e a resposta buscada. Quanto maior o atraso, mais provável que a pessoa seja menos adequada — e costuma ser sinal de pouca abertura, pouca prontidão, e às vezes de incompatibilidade de competência com a vaga.

2 · Disponibilidade/abertura

Você sente o tom: se já começa com tensão, certa agressividade, soberba, arrogância ou fraqueza — pra gente isso costuma ser uma flag.

3 · Pensamento

A pessoa pensa por resultados/produtos ou só por funcional?

4 · Ambições

Pergunte o que ela espera além da posição. Ambição inadequada (ex.: "quero ser de vendedor a Team Lead de buying logo") provavelmente vira burnout rápido — não serve.

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10A entrevista pessoal — método dedutivo × indutivo

A entrevista pessoal é a principal — onde você verifica de verdade (due-diligence) a qualificação. Duas técnicas centrais: dedutiva e indutiva.

Método dedutivo (do maior pro menor)

Você pede um case de sucesso passo a passo ("conta um case bem-sucedido e descreve a sequência do que você fez"). Depois pega 1–2 passos e pede pra pessoa abrir aquele passo em mais passos — a lógica de por que ela escolheu aquilo. E desce nível a nível, do 3º–4º até o 6º andar de profundidade.

Um case grande costuma ser 5–7 mini-cases ("contratei as pessoas certas, criei o sistema de motivação, o de gestão…"). Você pede pra detalhar cada mini-case em mais passos, e vai cavando mais fundo a cada andar.

É uma ótima ferramenta de due-diligence (segurança da posição): muitas vezes aparece que o gestor não construiu de fato algo — só recebeu pronto e administrou, ou estava "por perto". Quando você cava ("e isso aqui, como você fez?"), a pessoa acaba revelando: "na real eu não desenvolvi, eu só apliquei". Desenvolver e apenas reproduzir são competências completamente diferentes.

Método indutivo (do menor pro maior)

Você pede pra pessoa descrever o funcional dela por completo, passo a passo ("o que você fazia nessa posição?"). A pessoa quebra o produto dela em funcional. Aí você compara com o funcional que montou na ficha do cargo: o que ela não citou, provavelmente ela não domina — é algo a alinhar, talvez treinar (academia corporativa), ou até questionar se é necessário.

Depois você combina: pega um funcional que ela citou e passa pro método dedutivo ("você cuidava do controle — me conta passo a passo como fazia"), descendo de novo de 4 a 6 andares. E pode também trazer um funcional que ela não citou pra testar a competência: "na nossa posição também tem esse funcional — como você o faria?".

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11Como recusar um candidato com elegância

Dois jeitos limpos de "soltar" um candidato sem avaliá-lo de forma negativa.

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📝A TAREFA (4 exercícios)

Esta aula é um checkpoint: os exercícios abaixo serão analisados ao vivo no práticum (workshop). Só após entregá-los você libera o próximo módulo + o curso-bônus de assistência.

Texto exato da tarefa, na ordem do GetCourse:

  1. Crie a apresentação da sua empresa (o seu job offer) — aquela apresentação com ~20 pontos que ressoam com você e que "venderiam" a sua empresa concretamente pra uma vaga específica. Pegue uma vaga e pegue a empresa.
  2. Crie a ficha do cargo + avatar do roteirista — incluindo a definição de uma métrica-chave pra ele (o instrutor avisa que escolher a métrica-chave do roteirista é parte do dever).
  3. Crie a ficha do cargo + avatar do HRBP (HR Business Partner), pelos mesmos moldes apresentados na aula.
  4. Faça a descrição completa de uma vaga pra ser analisada — "a gente revisa ela com você ao vivo".
📎 No GetCourse a entrega é por upload de arquivos (máx 100 MB cada). Os exercícios são revisados no práticum/workshop online. Um esboço pronto dos 4 entregáveis aplicados à operação do Samuel vai no arquivo CLW4-Aula06-TAREFA-resposta.md deste pacote.
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📺Anexo — Texto exato dos slides (tela do vídeo)

Transcrição fiel do que aparece escrito na tela, traduzida pro português, em ordem cronológica. É a fonte usada pra conferir o conteúdo acima. (16 slides únicos no vídeo.)

Slide 1

Recrutamento. Conceito do funil de contratação. Aprofundado

Slide 2 — Do que se compõe o funil de recrutamento?
  • Candidaturas / retornos
  • Demo-chamada
  • Entrevista pessoal
  • Tarefas de teste
  • Entrevista final
Slide 3 — O que montamos antes de começar a implementar o funil?
  • Ficha do cargo
  • Avatar
  • Job offer
Slide 4 — Ficha do cargo
  • Missão da posição
  • Métrica-chave da posição
  • Nome (do cargo/da métrica)
  • Produto
  • Funcional
  • Atribuições
  • Obrigações
  • Motivação
Slide 5 — Avatar
  • 5 qualidades pessoais
  • 5 competências
  • 5 teses sobre a experiência de trabalho
Slide 6 — Job offer

20 pontos que descrevem o seu time para o funcionário

Slide 7

Lifehacks

Slide 8 — Trabalhar nos sites de vaga:
  • Vibe
  • Presença de foto
  • Inserimos as palavras "conquistas/resultados" na busca
  • Avaliamos a dinâmica
  • Avaliamos o produto do pensamento do candidato
Slide 9 — Demo-entrevista
  • Sobre nós e a vaga
  • Por que ligamos pra você
  • Motivação
  • É relevante pra você?
  • No que você presta atenção ao escolher um empregador
  • Quando pode começar a trabalhar
  • O que ressoou com você?
Slide 10 — No que prestamos atenção?
  • Atraso de comunicação
  • Disponibilidade / abertura
  • Pensamento
  • Ambições
  • Quando a pessoa pode começar
Slide 11 — Técnicas da entrevista pessoal
  • Dedutivo
  • Indutivo
Slide 12

Exercícios

Slide 13 — Exercício 1

Crie a apresentação da sua empresa

Slide 14 — Exercício 2

Crie a ficha do cargo / avatar do roteirista

Slide 15 — Exercício 3

Crie a ficha do cargo / avatar do HRBP

Slide 16 — Exercício 4

Faça uma vaga para análise

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